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Além de ser o departamento principal de negócios da Rive Gauche (Margem Esquerda) da cidade de Paris, Montparnasse também é um dos bairros mais atractivos da capital francesa no que toca ao lazer. Vários pintores do Surrealismo -como Marc CHAGALL- viveram lá y expressaram o seus talentos entre as duas guerras.
Passeio turístico
Se é um fã da cultura ou se gosta simplesmente de passear, vai adorar descobrir as redondezas, com os vários bares e restaurantes, teatros e cinemas. Também dispõe de fantásticos estabelecimentos comerciais (Galerias Lafayette Montparnasse) e da vida nocturna. As nossas recomendações:
- Museu de Montparnasse. Este museu representa a riqueza da história da arte de Montparnasse e retrata a emblemática Ecole de Paris. As exposições são renovadas regularmente.
- Rue de la Gaîté, com os seus teatros, cabarets e salões recreativos culturais (Cabaret Bobino, Théâtre Montparnasse e Comédie-Italienne).
- Rue d’Odessa, com os seus inúmeros estabelecimentos de panquecas (uma especialidade da região da Bretanha, na França). Tradicionalmente, as redondezas de Montparnasse são o lar dos parisienses que vêm da Bretanha, pois os comboios da estação Montparnasse fazem o percurso desta região do Norte.
- A Tour Montparnasse é um arranha-céus histórico de 59 andares – um dos edifícios mais altos da França. O seu rapidíssimo elevador (com capacidade para 25 pessoas no total) leva-o até ao 56º andar em apenas 38 segundos (uma altura de cerca de 180 metros). A vista panorâmica de Paris a partir deste ângulo privilegiado é absolutamente exclusivo!
- A Rue Daguerre é uma rua parcialmente pedestre, apenas a poucos minutos do hotel. É conhecida pelo seu mercado exterior.
- O Quartier Odéon, no 6º Departamento, o lar do Théâtre de l’Odéon (o teatro nacional onde Sarah Bernhardt actuou pela primeira vez em palco). Esta zona de Paris também é conhecida pelas suas várias ruas pedestres que se conjugam com pequenos estabelecimentos, galerias de arte, museus e cinemas. Recomendaríamos, em particular, a Rue Saint-André des Arts.
O Hotel Ariane Montparnasse também está perto de vários meios de transporte, facilitando o acesso a todas as zonas de Paris: O Jardin de Luxembourg e o Quartier Latin, os Champs-Elysées e o Arc de Triomphe, Opéra ou o Jardin des Tuileries. Mesmo o Château de Versailles tem acesso directo da estação de comboios Montparnasse.
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Centro de negócios
O hotel está bem situado, fica muito perto do centro de negócios em Montparnasse. Graças ao transporte público, só demora 10 minutos a chegar a Porte d’Orléans (acesso directo por metro) ou ao Parc des Expositions (centro de congressos) na Porte de Versailles (através da linha T3 de autocarro); também fica apenas a 40 minutos de La Défense e a 45 minutos do Parc des Expositions de Villepinte (acesso directo pela linha B da RER).
Antecedentes históricos
Montparnasse teve a sua época áurea nos anos vinte – “Les Années Folles” ou “Os Anos Loucos” – quando muitos pintores, atraídos pelas rendas baixas para alojamento ou ateliers, chegaram e aqui viveram. Dali, Modigliani, Picasso, Zadkine, Fitzgerald e Man Ray, entre outros, fizeram parte de uma dinâmica comunidade. Os pubs e os cafés eram frequentados por eles regularmente (le Dôme, la Closerie des Lilas, La Rotonde e le Sélect) ainda reflectem a criatividade dessa época (a decoração de La Coupole não mudou desde então).
Em destaque: La Ruche, em Passage Dantzig, no 15º Departamento de Paris. La Ruche (traduzido como “A Colmeia”) é uma comunidade de artistas muito parecida com Bateau-Lavoir, na zona Norte de Montmartre, em Paris. É um dos mais proeminentes centros artísticos do século XX. La Ruche foi criada em 1902 para dar oportunidade aos pintores mais pobres para alcançarem o sucesso. Foi o lar de muitos notáveis artistas, inclusive Modigliani, Soutine, Brancusi, Léger e Chagall (um dos seus mais ilustres inquilinos). Muitos destes artistas escaparam de violentos ataques da Europa Central e de Leste. Conta-se que Soutine chegou à estação de comboios de Paris, à Gare de l’Est dizendo: “La Ruche, Paris” escrito num pedaço de papel, mostrando-o a quem passava. Inicialmente contou com 140 ateliers, hoje tem cerca de 60. Ao contrário de outras comunidades de artistas, La Ruche já não está mais aberta ao público: só os residentes e algumas raras pessoas seleccionadas têm permissão para entrar.
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